Está sol, sento-me na areia...olho para quem passa, para um cavalo que entra pelo mar adentro...e que depois se afasta. Tiro o livro da mochila..leio duas páginas..nao me apetece ler/aprender como poderei ser feliz, já o sei. Não o sou, mas saberia como o ser. O sol pôe-se.
Regresso. Sigo as pegadas do cavalo, que o mar tenta levar, pudesse ele levar o que vai dentro de mim, passar a limpo o que está marcado em mim. Entro no carro, que me acolhe sempre e me leva com ele, para onde quiser...rotundas...hesito...volto para a esquerda? Para quê? Cassapo, faz-me esboçar um sorriso. Vou para a direita, que a minha ponte espera por mim...procuro refugio em Belém..é tarde, noite feita, vou buscar os miudos, a outra parte de mim...jantar breve em casa dos pais, a alegria de mais umas prendas. Regresso a casa, coloco-os na cama. Dormem sossegados, cansados. Enterneço-me, como sempre, observando-os a dormir.
Regresso. Sigo as pegadas do cavalo, que o mar tenta levar, pudesse ele levar o que vai dentro de mim, passar a limpo o que está marcado em mim. Entro no carro, que me acolhe sempre e me leva com ele, para onde quiser...rotundas...hesito...volto para a esquerda? Para quê? Cassapo, faz-me esboçar um sorriso. Vou para a direita, que a minha ponte espera por mim...procuro refugio em Belém..é tarde, noite feita, vou buscar os miudos, a outra parte de mim...jantar breve em casa dos pais, a alegria de mais umas prendas. Regresso a casa, coloco-os na cama. Dormem sossegados, cansados. Enterneço-me, como sempre, observando-os a dormir. Deito-me. Olho para o tecto, como olhei nesse dia 300 vezes para o telemovel, baixei o som dos pensamentos, para te ouvir...adormeço.

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